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Sustentabilidade e Direito Agrário são destaques no Encontro de Mulheres Agraristas

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Rio, 19 de novembro de 2021.
Abertura do evento: Giovana Zibetti, filha do professor Darcy Zibetti; Rita Cortez, presidente do IAB-RJ; Roberta Mello, presidente da Comissão de Mulheres Agraristas da Ubau e a advogada Ana Cristina de Almeida. Foto: Divulgação/SNA

 

A União Brasileira dos Agraristas Universitários (UBAU) realizou, no auditório da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), o II Encontro Nacional das Mulheres Agraristas.

Organizado pela Comissão Nacional das Mulheres Agraristas da UBAU, o evento prestou homenagem póstuma ao professor Darcy Walmor Zibetti, presidente e fundador da associação que congrega os agraristas universitários de todo o Brasil.

Além de implementar ações e campanhas em favor do Estatuto da Terra e do Direito Agrário, Zibetti também ganhou notoriedade por manter uma preocupação constante com a melhoria de vida dos produtores e trabalhadores rurais, defendendo sua profissionalização e o uso da inovação e da tecnologia.

ESG

Na área de infraestrutura, a advogada e auditora ambiental Maria Cristina Gontijo afirmou que é cada vez maior a preocupação em garantir aos portos brasileiros uma logística sustentável que esteja alinhada aos princípios ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês). “É muito importante para o agro que o produtor tenha competitividade no valor do frete, nos serviços aduaneiros e na sustentabilidade”.

Gontijo destacou ainda que 95% do transporte mundial é realizado pelo modal marítimo e que “o Brasil precisa ter um porto verde”. Segundo ela, hoje em dia os portos estão buscando certificações e meios para garantir a descarbonização do transporte”. Nesse sentido, enfatizou a jurista, “o conceito de ESG garante confiabilidade e competitividade para o agro.”

Por sua vez, a diretora da SNA, Sylvia Wachsner, enfatizou que as práticas de ESG também estão sendo aplicadas na produção de alimentos orgânicos. Segundo ela, “atualmente há transparência em toda a cadeia do setor”.

Certificação e rastreabilidade

A palestrante destacou a importância da identificação da qualidade orgânica do alimento, garantida pela legislação, que condiciona o recebimento do selo de certificação à necessidade de os produtos terem de 70% a 95% de ingredientes orgânicos, e falou sobre a questão da rastreabilidade para atestar a transparência e a credibilidade das informações inseridas nos rótulos das embalagens.

Sylvia disse ainda que a tecnologia Blockchain (ou cadeia de blocos), que armazena e transmite de informações sobre toda a cadeia produtiva, deverá se tornar fundamental para o agro e outros setores da sociedade. “Na verdade, isso é um desafio. É um processo que ainda está no início e que necessita de uma legislação específica”.

Leia a matéria completa, fonte SNA

Equipe SNA, UBAU

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