Mercado

Setor orgânico dos EUA registra crescimento estável de 6,4% em 2017

Setor orgânico dos EUA registra crescimento estável de 6,4% em 2017

As vendas orgânicas nos EUA atingiram um novo recorde de US$ 49,4 bilhões em 2017, um aumento de 6,4% em relação ao ano anterior e refletindo novas vendas de quase US$ 3,5 bilhões. As vendas de produtos orgânicos não alimentícios tiveram um aumento de 7,4%, atingindo a marca de US$ 4,2 bilhões, estabelecendo mais uma nova referência.

Millenials impulsionam o mercado de cosméticos naturais

Millenials impulsionam o mercado de cosméticos naturais

“São os mais jovens que puxam os mais velhos. Nas feiras que participamos, e nas vendas diretas, vemos as filhas influenciarem as mães para a adoção de produtos mais naturais”, conta Julia Barroso, criadora da marca de batons naturais FaceIt.

Saudável, orgânico e sustentável: a revolução dos millennials e a indústria alimentícia

Saudável, orgânico e sustentável: a revolução dos millennials e a indústria alimentícia

“Trata-se de uma geração empenhada em apoiar um sistema alimentar menos destrutivo ao meio-ambiente, que procura apoiar produtores locais e questiona a produção de alimentos ultraprocessados. A procura pelos alimentos saudáveis leva as pessoas a preferir consumir alimentos orgânicos, agroecológicos, numa tendência crescente no mundo e também no Brasil”, afirma Sylvia Wachsner, coordenadora do Centro de Inteligência em Orgânicos da Sociedade Nacional de Agricultura.

Lucro da Balbo avança com orgânicos e etanol

Lucro da Balbo avança com orgânicos e etanol

Apenas a venda de açúcar orgânico gerou ao grupo uma receita de R$ 216,8 milhões na safra passada, um avanço de 13,2% sobre a temporada anterior. O grupo também vendeu R$ 45,8 milhões em etanol orgânico e outros R$ 28,5 milhões com outros produtos orgânicos, representando um aumento de 47,9% e 10,4%, respectivamente.

Multinacionais de alimentos perdem mercado e procuram inovar

Multinacionais de alimentos perdem mercado e procuram inovar

As multinacionais de alimentos reduziram em seus produtos a presença de açúcar, sódio, gorduras, conservantes, aspartame, entre outros ingredientes considerados nocivos à saúde. Mas os esforços não pararam por aí. Gigantes como Coca-Cola, Unilever, Pepsico e Kellogg fizeram aquisições para ampliar a oferta de produtos considerados mais saudáveis.

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