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Recuperação de áreas degradadas: Caatinga

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Rio, 15 de agosto de 2014.
fonte: Embrapa
fonte: Embrapa

As pesquisas envolvendo recuperação de áreas degradadas são voltadas para a recuperação da funcionalidade ambiental dessas áreas, com base na seleção e na introdução de leguminosas arbóreas e arbustivas capazes de crescer sob condições adversas. O êxito dessa tecnologia está na associação planta-rizóbio-fungos micorrízicos, que permite um rápido crescimento das espécies, independentemente da disponibilidade de nitrogênio no solo, aumentando a quantidade de matéria orgânica nele disponível e sua atividade biológica, por meio do aporte de material vegetal via serrapilheira.

A tecnologia também pode ser utilizada para a contenção de encostas, diminuindo o risco de deslizamentos de terra durante os períodos chuvosos do ano, em áreas urbanas, e, ainda, pode ser usada para a recuperação de áreas degradadas por mineração ou erosão severa do solo.

Atualmente existem mais de cem espécies de leguminosas arbóreas e arbustivas recomendadas para plantio nos biomas Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia e Caatinga. Para cada uma delas foram identificadas e selecionadas estirpes de rizóbio visando à inoculação em viveiro, ainda na fase de semeadura das mudas, junto com a aplicação de uma mistura de fungos micorrízicos.

Veja o Manual de recuperação de áreas degradadas:

fonte: Embrapa Agrobiologia
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