Consumidor de Orgânicos

Brasil passará a exportar frango orgânico

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Rio, 23 de setembro de 2015.
fonte: Korin
fonte: Korin

O Brasil vai exportar pela primeira vez, em outubro, carne de frango orgânico. Serão 25 toneladas enviadas para Hong Kong, na China, pela Korin Agropecuária, primeira empresa brasileira a produzir as aves orgânicas congeladas. Para o diretor-superintendente da companhia, Reginaldo Morikawa, essa é uma “exportação piloto, para início de trabalho”. Caso a relação se prolongue, de acordo com o executivo, o mercado brasileiro de produção de grãos livres de modificação genética também será beneficiado.

– A produção de grãos diferenciados depende de um produto que o consuma. E o frango orgânico é consumidor de grãos orgânicos. Por isso, o mercado pode puxar essa cadeia de produção – afirmou Morikawa, durante reunião do Conselho Empresarial de Franchising da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), nesta segunda-feira.

Morikawa ressaltou que, além da linha de 130 produtos naturais sustentáveis e orgânicos, a empresa pretende lançar 45 novos itens. Ele evitou falar sobre prazos, mas informou que o lançamento da carne bovina orgânica ocorrerá em outubro. Outra novidade, sem data para chegar ao mercado, é o pescado orgânico.

– Essa é nossa próxima meta. Esperamos que a empresa consiga aumentar sua capacidade produtiva para podermos melhor atender nossos clientes – destacou.

O diretor-superintendente da Korin falou ainda sobre os planos de expansão da marca paulista na capital fluminense. Segundo ele, a meta é chegar a ter “10 lojas no Rio de Janeiro”. Hoje são duas: uma na Tijuca, na Zona Norte da cidade; e outra em Copacabana, na Zona Sul.
Na ocasião, Morikawa e a diretora da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Sylvia Wachsner, foram provocados pelo presidente da ACRio, Paulo Protasio. Eles concordaram em unir esforços para mobilizar a sociedade sobre a importância dos solos como parte fundamental do meio ambiente e os perigos que envolvem a degradação deles em todo o mundo.

– Precisamos de uma grande ação construída em forma de redes sobre a relação rural e urbano. Outra proposta importante é transformarmos o Ano Internacional do Solo em algo conclusivo – disse Protasio.

O diretor-superintendente da Korin comemorou o convite e disse que “incentivar o trabalho de geração de respeito ao solo é motivador”. Ele lembrou que os solos sustentam não apenas a produção agropecuária, mas também as cidades e empreendimentos industriais como a mineração.

22.09.2015, fonte: Monitor Mercantil

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