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Artigo: As estratégias da agricultura familiar do Baixo Tocantins na comercialização do açaí orgânico

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Rio, 12 de abril de 2018.
Imagem: Reprodução/Internet

Com a expectativa de disseminar tecnologias de gestão às demais realidades do movimento cooperativista brasileiro, o artigo apresenta o estudo de caso e o desafio enfrentado pelos empreendimentos solidários do Baixo Tocantins para a comercialização competitiva do açaí orgânico.

Autores: Gisele Seabra Abrahim (PUC-SP), Rafael Lobato de Mattos e Boulhosa (CESUPA), Daniela Warris Monteiro (PUC-SP), Priscila Tereza De Nadai Sastre (PUC-SP).

O objetivo desse artigo é examinar as estratégias utilizadas pelos agricultores familiares de empreendimentos solidários do Baixo Tocantins para comercialização do açaí. Diante desse propósito, se contextualizou a prática agrícola e o agronegócio, destacando-se o de base familiar e solidário, sob a forma de cooperativas. Em seguida, indicaram-se as tendências desse tipo de empreendimento para a sustentação de competitividade. Nesse sentido, discorreu-se sobre aspectos conceituais de estratégias empresariais e genéricas, além da teoria das cinco forças de Michael Porter. Por fim, identificou-se a profissionalização da gestão a partir da capacitação e utilização das estratégias de diferenciação e de parceria na negociação do açaí orgânico certificado, que contribuiu para o posicionamento favorável ante aos demais concorrentes e conseqüente melhoria da qualidade de vida das famílias envolvidas. A sustentação de vantagem competitiva inerente à lógica do sistema capitalista remete a uma contradição teórica face ao conceito de economia solidária baseado nas cooperativas como alternativa ao desemprego, aos vínculos de trabalho precários e, por último, a sobrevivência.

Leia o artigo abaixo:

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Para fazer o download do material completo acesse: ABEPRO

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