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Programas ambientais ajudam a garantir produção de alimentos

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Rio, 22 de setembro de 2014.
agricultura familiar
foto: Divulgação

 

Com a missão de proteção à natureza, um conjunto de políticas públicas do Ministério do Meio Ambiente (MMA) contribui com a manutenção da capacidade de produção de alimentos. “O Brasil alcançou avanços com as políticas de proteção social e o apoio à agricultura familiar”, afirmou o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil, Gustavo Chianca. Ele ainda acentuou que a conservação do meio ambiente é essencial para a saúde das pessoas.

Técnicos e dirigentes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), órgãos do governo federal, universidades e instituições de pesquisa participaram da oficina “Diretrizes Voluntárias para Políticas Agroambientais no Contexto da Segurança Alimentar e o Combate a Fome”, nesta quinta (18). Na ocasião, o representante da FAO apresentou o relatório da instituição lançado durante esta semana e que apresenta os avanços no combate à fome no mundo e no País.

O Brasil é referência internacional no combate à fome, com a redução do número de pessoas famintas de 14,8% para menos de 5%, se comparados os anos de 1990 e 2014. As iniciativas brasileiras se destacam entre os 63 países em desenvolvimento que atingiram a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável, do MMA, Paulo Guilherme, destacou que o MMA tem políticas que se completam entre si e estão integradas a outros ministérios do governo federal para a proteção ambiental – e que são essenciais para garantir a manutenção da capacidade brasileira em produzir alimentos.

“Podemos citar, por exemplo, a Política Nacional sobre Mudança do Clima, que inclui planos setoriais que criam base efetiva para a manutenção da produção”, destacou o secretário.

Efeito estufa

A política a que o secretário se refere a planos de ação para redução de emissões de gases de efeito estufa, relacionados, por exemplo, à conservação de florestas, mobilidade urbana e produção agricultura de baixo carbono. Esse tipo de cultivo de alimentos prevê bases sustentáveis para a produção, o que significa atenção ao meio ambiente, com linhas de crédito especiais em bancos públicos.

Cabral cita ainda o programa de proteção hídrica do Brasil, da Agência Nacional de Águas (ANA), que interage com o programa que visa revitalizar bacias hidrográficas, do MMA, e são partes de um conjunto de práticas conservacionistas de água e solo, promovendo condições para uma agricultura sustentável.

Fonte: Portal Vermelho

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Publicado em 22/09/2014

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