Uma perspectiva do Instituto Rodale incorporando a certificação orgânica regenerativa
Em meio à crise climática, à degradação dos solos e à explosão no uso de agrotóxicos, termos como “orgânico” e “regenerativo” viraram promessa e também confusão. Baseado em mais de 40 anos de pesquisas científicas de campo, este artigo revela por que a agricultura orgânica regenerativa não é apenas um conjunto de práticas isoladas, mas um sistema completo, com critérios rigorosos, impactos mensuráveis e implicações profundas para o solo, a saúde humana, o bem-estar animal e a justiça social. Descubra por que nem tudo que se diz regenerativo realmente é — e como a ciência ajuda a separar marketing de transformação real no campo.
Compras públicas sustentáveis: o papel do PNAE na transição agroecológica
O PNAE, pela sua abrangência e capacidade de articular diferentes setores, políticas e atores, apresenta-se como uma alavanca estratégica para impulsionar a transição agroecológica no país.
Por que ‘orgânico’ não basta: o verdadeiro alcance da agroecologia
Você acha que comprar alimentos orgânicos já resolve? A resposta pode surpreender: existe uma diferença crucial entre “orgânico” e “agroecológico”, e essa distinção tem impacto direto no meio ambiente, na comunidade rural e nas relações de produção. Vamos entender por que o selo “orgânico” nem sempre significa uma revolução sustentável e o que de fato significa apostar na agroecologia.

