Preservando o valor: a importância da preservação da identidade na propriedade rural
Preservação da identidade ganha força como estratégia para proteger a qualidade, a rastreabilidade e o valor dos produtos orgânicos do campo ao consumidor. Em cadeias de alimentos cada vez mais complexas, preservar a identidade de uma cultura desde a semente até o produto final tornou-se fundamental para garantir integridade, rastreabilidade e acesso a mercados de maior valor. A prática, que envolve segregação, documentação, controle, análises e cadeia de custódia, ganha importância no setor orgânico diante da maior exigência de transparência por consumidores, indústrias e órgãos reguladores.
Simplificando a Certificação Orgânica Norte-Americana
O Programa Nacional Orgânico (National Organic Program – NOP) disponibilizou um Plano Comum do Sistema Orgânico (Common Organic System Plan – OSP) destinado a propriedades rurais, empresas e organismos certificadores de produtos orgânicos.
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A característica é considerada essencial para a produção orgânica, já que a certificação proíbe o uso desses medicamentos por causa do risco de resíduos no mel. Outro argumento apresentado ao USTR foi a disponibilidade de áreas preservadas nos biomas brasileiros, como Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Conforme a Abemel, esses ambientes permitem que os apiários cumpram os critérios internacionais de produção orgânica, que exigem distância mínima de 3,5 quilômetros de potenciais fontes de contaminação, como áreas urbanas, lixões, postos de combustíveis e lavouras convencionais.

