O que é realmente necessário para se tornar ‘orgânico regenerativo’
Muito antes de a agricultura regenerativa virar tendência global, uma família de produtores de arroz da Califórnia já colocava em prática o princípio de deixar a terra melhor do que encontrou. Agora, com a certificação regenerativo-orgânica em mãos, a Lundberg Family Farms mostra que regenerar o solo, proteger a biodiversidade e valorizar as trabalhadores pode ser mais do que discurso — pode ser estratégia de negócio, diferencial de mercado e motor de crescimento. Descubra como tradição, inovação e propósito se uniram para transformar práticas agrícolas em vantagem competitiva e conexão real com o consumidor.
Uma perspectiva do Instituto Rodale incorporando a certificação orgânica regenerativa
Em meio à crise climática, à degradação dos solos e à explosão no uso de agrotóxicos, termos como “orgânico” e “regenerativo” viraram promessa e também confusão. Baseado em mais de 40 anos de pesquisas científicas de campo, este artigo revela por que a agricultura orgânica regenerativa não é apenas um conjunto de práticas isoladas, mas um sistema completo, com critérios rigorosos, impactos mensuráveis e implicações profundas para o solo, a saúde humana, o bem-estar animal e a justiça social. Descubra por que nem tudo que se diz regenerativo realmente é — e como a ciência ajuda a separar marketing de transformação real no campo.
“Ganha-ganha”: um novo paradigma para cadeias de suprimentos sustentáveis e orgânicas
Testes rigorosos, transparência total e agricultura regenerativa estão redefinindo o conceito de alimento orgânico. Conheça o modelo inovador que conecta marcas, agricultores e consumidores em uma cadeia limpa, rastreável e sem contaminação e entenda por que ele pode transformar o futuro da alimentação saudável.
Embrapa Agrobiologia estará presente na COP30 com iniciativas para agroecologia e recuperação de áreas degradadas
A Embrapa Agrobiologia também levará para a COP30 sua expertise na recuperação de áreas degradadas. O uso de leguminosas arbóreas inoculadas como estratégia de restauração de ecossistemas já é uma tecnologia consagrada do centro de pesquisa, com importantes resultados na recuperação de áreas severamente degradadas por extração de minério ou petróleo, de voçorocas e também na contenção de encostas urbanas. O êxito dessa tecnologia está na associação entre planta, rizóbios e fungos micorrízicos, o que permite um rápido crescimento das espécies, independentemente da disponibilidade de nitrogênio no solo, aumentando a quantidade de matéria orgânica disponível e a atividade biológica do solo. Atualmente, existem mais de cem espécies de leguminosas arbóreas e arbustivas recomendadas para plantio nos biomas Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia e Caatinga.

