Atributos agroeconômicos na consorciação da couve-de-folhas com alface e/ou cebolinha sob manejo com biofertilizante
Objetivou-se avaliar atributos agroeconômicos na consorciação da couve-de-folhas com a alface e/ou cebolinha sob manejo com biofertilizante. O ensaio foi conduzido (13/5 a 1º/7/14) em casa de vegetação, no Município de Iranduba, AM. O solo da área (ARGISSOLO AMARELO Distrófico) possuía sinais de ação antropogênica indígena.
Cultivo Orgânico do Café: Recomendações Técnicas
No Brasil, é crescente a expectativa sobre o mercado de cafés especiais, dentre os quais, o café orgânico. Esse nicho de mercado, embora ainda pequeno, cresce anualmente a uma taxa de cerca de 10%. Os principais produtores de café orgânico são: Brasil, Costa Rica, Peru, México, Guatemala, Nicarágua, EI Salvador e Colômbia, e os maiores consumidores são: Estados Unidos, Alemanha, Países Baixos, Suíça, França, Áustria e Japão.
Uso de calda bordalesa, extratos vegetais e biofertilizante para controle de doenças foliares do tomateiro em sistema orgânico de produção
Avaliou-se o efeito de produtos alternativos no controle de doenças foliares do tomateiro em experimentos em casa de vegetação e no campo em sistema orgânico de produção. Em casa de vegetação foram testados extratos vegetais 2% e 5% (p/v) de neen (Azadirachta indica), de alho + pimenta, de primavera (Bougainvillea spectabilis) e de um biofertilizante aeróbico 0,5 e 1% (v/v), aplicados uma ou duas vezes por semana, tendo calda bordalesa e agua destilada como testemunhas para controle da pinta preta do tomateiro.
Bioinsumos: salvação da lavoura ou sonho distante na substituição dos agrotóxicos?
A isenção fiscal para agrotóxicos voltou a ser pauta no Supremo Tribunal Federal (STF) na última semana com o retomada do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5553, que questiona a redução de 60% da base de cálculo do ICMS e isenção total do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) desses produtos.
Manual do Café Orgânico: Biofertilizantes e caldas fitoprotetoras
Esta publicação apresenta informações práticas sobre o preparo e aplicação de alguns dos principais biofertilizantes e caldas fitoprotetoras permitidos pelos regulamentos de produção orgânica. O uso de biofertilizantes e caldas fitoprotetoras é bastante recomendado na cafeicultura orgânica, principalmente no caso de pequenos produtores que preparam a maior parte dos insumos para suas lavouras na própria unidade de produção.
Os biológicos, bioinsumos e bioprodutos: um mar de oportunidades
No Brasil, o conceito de bioinsumos foi definido oficialmente a partir do lançamento do Programa Nacional de Bioinsumos, pelo Decreto 10.375 de 26/05/2020, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Estes produtos foram conceituados como “qualquer produto, processo ou tecnologia de origem vegetal, animal ou microbiana, destinado ao uso na produção, no armazenamento e no beneficiamento de produtos agropecuários, nos sistemas de produção aquáticos ou de florestas plantadas, que interfiram positivamente no crescimento, no desenvolvimento e no mecanismo de resposta de animais, de plantas, de microrganismos e de substâncias derivadas e que interajam com os produtos e os processos físico-químicos e biológicos”.
Biológicos em pauta: projetos de lei podem acirrar disputa por mercado bilionário
Nessa disputa por mercado, estão gigantes como Syngenta, Corteva, Bayer e Yara – para citar algumas. Na Yara, os biofertilizantes já representam 15% do faturamento, enquanto na Bayer a estimativa é chegar a € 1,5 bilhão de receitas originadas por soluções biológicas até 2035.
Defensivos Alternativos – Pesagro Rio
O folheto explica o que são defensivos alternativos e agentes de biocontrole. Apresenta os vários tipos de biofertilizantes líquidos, ensinamentos sobre como preparar as diversas caldas caseiras e citação das plantas cujos extratos funcionam como pesticida, como é o caso do alho e da cavalinha.
Adubação de algodão em consórcios agroecológicos com culturas alimentares
A Embrapa Algodão disponibiliza aos produtores rurais uma publicação sobre adubação para consórcios agroecológicos de algodão com culturas alimentares. A obra apresenta as necessidades nutricionais de cada cultura que faz parte do consórcio – além do algodão, o milho, gergelim, amendoim, feijão, melancia e abóbora – e os diferentes adubos que podem ser utilizados, visando contribuir com a sustentabilidade do sistema.
Calda bordalesa, extratos vegetais e biofertilizantes para controle de doenças em tomateiros
Veja o efeito de produtos alternativos no controle de doenças foliares do tomateiro, em experimentos em casa de vegetação e no campo em sistema orgânico de produção.




